Quais os melhores e piores países para mulheres? Veja lista

Lista foi feita por instituto da Universidade de Georgetown, com base em dados que medem inclusão das mulheres, acesso à justiça e segurança

atualizado 08/03/2022 15:54

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mulheres caminham na rua em ceilandia brasil brasilia Hugo Barreto/mmetrópoles

O Brasil é o 80º colocado em um ranking criado pelo Instituto para Mulheres da Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos. O Índice Mundial de Paz e Segurança das Mulheres (Women, Peace and Security Index, WPS, na sigla em inglês) é baseado em indicadores que medem a inclusão, justiça e segurança das mulheres em 170 países.

Essa é a terceira edição do índice, que mostrou que o avanço global do status das mulheres diminuiu e as disparidades aumentaram entre os países.

O ranking é liderado por países europeus, dos quais os quatro primeiros são nações nórdicas: Noruega (0.922), Finlândia (0.922), Islândia (0.907) e Dinamarca (0.903).

Já Afeganistão (0.278), Síria (0.375) e Iêmen (0.388) estão nas últimas posições. O Brasil obteve uma média de 0.734, empatado com Fiji e Suriname. A média global é de 0.721.

O relatório aponta que as grandes conquistas nas frentes de inclusão e justiça nos países nórdicos podem ser atribuídas a políticas públicas que promovem um modelo de dupla renda.

“Nos cinco países nórdicos, as diferenças de gênero na participação da força de trabalho são pequenas. Também garantem a licença parental para mães e pais”, explicam os pesquisadores. Na Dinamarca, Noruega e Suécia, tanto os pais como as mães têm acesso a pelo menos um ano de licença parental remunerada, o que ajuda a equilibrar responsabilidades pelos cuidados infantis.

Veja a lista dos 10 países melhor colocados:

  1. Noruega (0.922)
  2. Finlândia (0.909)
  3. Islândia (0.907)
  4. Dinamarca (0.903)
  5. Luxemburgo (0.899)
  6. Suíça (0.898)
  7. Suécia (0.895)
  8. Áustria (0.891)
  9. Reino Unido (0.888)
  10. Holanda (0.885)

Veja a lista dos 10 países pior colocados:

  1. Afeganistão (0.278)
  2. Síria (0.375)
  3. Iêmen (0.388)
  4. Paquistão (0.476)
  5. Iraque (0.516)
  6. Sudão do Sul (0.541)
  7. Chade (0.547)
  8. República Democrática do Congo (0.547)
  9. Sudão (0.556)
  10. Serra Leoa (0.563)

Covid-19

Para a diretora-gerente do estudo, Jeni Klugman, a pandemia de Covid-19 ampliou as desigualdades existentes. “Para as mulheres, os principais desafios se agravaram em várias frentes, como conciliar empregos remunerados e cuidados não remunerados trabalho — e exacerbaram as ameaças à segurança”, avalia Klugman.

Sobre o Brasil, o estudo ressalta o auxílio emergencial aprovado para mitigar os efeitos da crise econômica, que permitiu que mulheres chefes de família recebessem o dobro do benefício.

O Brasil teve a pior pontuação entre os países das Américas e Caribe no indicador representação parlamentar (14,8%). México e Nicarágua tiveram os melhores índices da região nesse quesito (48,4% cada). A média regional é de 32,8% e a média global, de 25,5%.

A íntegra do relatório, em inglês, pode ser acessada aqui.

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