De acordo com a publicação, feita nesta quarta-feira (27/7), a mulher deu à luz sem complicações, e o bebê nasceu sem a doença. A equipe médica afirma que os dois pacientes estão bem, mas, segundo funcionários da Sociedade de Doenças Infecciosas dos Estados Unidos, o recém-nascido recebeu uma infusão de imunoglobina, tratamento aprovado no país para lidar com a varíola dos macacos durante este surto.
No mês passado, a OMS alertou que a crescente no número de casos é preocupante para mulheres grávidas, imunossuprimidos e crianças, considerados grupos de alto risco para o desenvolvimento de quadros graves da doença.
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Recentemente, diversos países têm registrado casos de pacientes diagnosticados com varíola de macaco, doença rara causada pelo vírus da varíola símia. Segundo a OMS, a condição não é considerada grave: a taxa de mortalidade é de 1 caso a cada 100. Porém, é a primeira vez que se tornou identificada em grande escala fora do continente africano
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A doença foi diagnosticada pela primeira vez nos seres humanos em 1970. De acordo com o perfil dos pacientes infectados atualmente, maioria homossexual ou homens que fazem sexo com homens (HSH), especialistas desconfiam de uma possível contaminação por via sexual, além de pelo contato com lesões em pessoas doentes ou gotículas liberadas durante a respiração
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Segundo o Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC), "qualquer pessoa, independentemente da orientação sexual, pode espalhar a varíola de macacos por contato com fluidos corporais ou itens compartilhados (como roupas e roupas de cama) contaminados"
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Inicialmente, a varíola de macacos é transmitida por contato com macacos infectados ou roedores, e é mais comum em países africanos. Antes do surto atual, somente quatro países fora do continente tinham identificado casos na história
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Entre os sintomas da condição estão: febre, dor de cabeça, dor no corpo e nas costas, inchaço nos linfonodos, exaustão e calafrios. Também há bolinhas que aparecem no corpo inteiro (principalmente rosto, mãos e pés) e evoluem, formando crostas, que mais tarde caem
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O período de incubação do vírus varia de sete a 21 dias, mas os sintomas, que podem ser muito pruriginosos ou dolorosos, geralmente aparecem após 10 dias
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Por ser uma doença muito parecida com a varíola, a vacina contra a condição também serve para evitar a contaminação
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Apesar de relativamente rara e transmissível, os especialistas europeus afirmam que o risco de um grande surto é baixo
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Em casos severos, o tratamento inclui antivirais e o uso de plasma sanguíneo de indivíduos imunizados
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Os últimos dados sobre a situação do surto de varíola dos macacos dão conta de mais de 16 mil casos registrados em ao menos 75 países. Nos Estados Unidos, são 3.591 casos, e a área mais afetada até o momento é Nova York, com 900 diagnósticos positivos.
O Brasil é o 7º país com mais casos, com 813 diagnósticos, de acordo com o Boletim do Ministério da Saúde publicado na segunda-feira (25/7). Até o momento, São Paulo é o estado com mais registros, 438.
Transmissão
A transmissão da varíola dos macacos ocorre, principalmente, através do contato com secreções respiratórias, lesões na pele dos pacientes infectados ou objetos que tenham sido usados pelas pessoas que estejam com o vírus. A OMS afirmou, em entrevista coletiva nesta quarta (27/7), que há também transmissão por via sexual, mas a doença ainda não foi classificada oficialmente como sexualmente transmissível.
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