“Mostramos pela primeira vez que as associações entre os níveis de colesterol e glicose e o risco futuro de doença de Alzheimer se estendem muito mais cedo na vida do que se pensava anteriormente”, disse a principal autora do estudo, Lindsay Farrer, chefe de genética biomédica da Boston University Biomedical Genetics, em entrevista à CNN.
Alzheimer é uma doença degenerativa causada pela morte de células cerebrais e que pode surgir décadas antes do aparecimento dos primeiros sintomas
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Por ser uma doença que tende a se agravar com o passar dos anos, o diagnóstico precoce é fundamental para retardar o avanço. Portanto, ao apresentar quaisquer sintomas da doença é fundamental consultar um especialista
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Apesar de os sintomas serem mais comuns em pessoas com idade superior a 70 anos, não é incomum se manifestarem em jovens por volta dos 30. Aliás, quando essa manifestação “prematura” acontece, a condição passa a ser denominada Alzheimer precoce
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Na fase inicial, uma pessoa com Alzheimer tende a ter alteração na memória e passa a esquecer de coisas simples, tais como: onde guardou as chaves, o que comeu no café da manhã, o nome de alguém ou até a estação do ano
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Desorientação, dificuldade para lembrar do endereço onde mora ou o caminho para casa, dificuldades para tomar simples decisões, como planejar o que vai fazer ou comer, por exemplo, também são sinais da manifestação da doença
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Além disso, perda da vontade de praticar tarefas rotineiras, mudança no comportamento (tornando a pessoa mais nervosa ou agressiva), e repetições são alguns dos sintomas mais comuns
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Segundo pesquisa realizada pela fundação Alzheimer’s Drugs Discovery Foundation (ADDF), a presença de proteínas danificadas (Amilóide e Tau), doenças vasculares, neuroinflamação, falha de energia neural e genética (APOE) podem estar relacionadas com o surgimento da doença
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O tratamento do Alzheimer é feito com uso de medicamentos para diminuir os sintomas da doença, além de ser necessário realizar fisioterapia e estimulação cognitiva. A doença não tem cura e o cuidado deve ser feito até o fim da vida
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Colesterol e açúcar no sangue
Pessoas entre 35 e 50 anos que tinham altos níveis de triglicerídeos e níveis baixos de colesterol bom eram mais propensas a serem diagnosticados com Alzheimer ao envelhecerem.
“Somente na faixa etária precoce (35-50 anos), um aumento de 15 mg/dL (miligramas por decilitro) nos triglicerídeos foi associado a um aumento de 33% no risco de doença de Alzheimer”, disse Farrer.
Em pessoas com idades entre 51 e 60 anos, o estudo concluiu que níveis mais altos de glicose também aumentavam o risco de Alzheimer. “Para cada 15 pontos que o açúcar no sangue aumenta, o risco de Alzheimer aumenta 14,5% mais tarde”, explicou a autora da pesquisa.
Aumentar o colesterol bom ajuda
O estudo também trouxe boas notícias: pessoas de 35 a 50 anos poderiam reduzir o risco de Alzheimer em 15,4% se aumentassem a lipoproteína de alta densidade (HDL), conhecida como colesterol bom. Pessoas entre 51 e 60 anos que aumentaram a taxa reduziram o risco da doença em 17,9%.
O HDL é chamado de colesterol bom porque reúne as coisas ruins que flutuam na corrente sanguínea e as leva para o fígado, onde são liberadas do corpo.
Os Centros dos EUA para Controle e Prevenção de Doenças afirmam que altos níveis desse tipo de colesterol podem proteger contra doenças cardíacas e derrames.
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