Tarcísio promete punir PM preso em ação contra PCC: “Maçã podre”

Governador classificou o episódio como um caso isolado. Diogo Costa Cangerana foi chefe de segurança de Tarcísio de Freitas

atualizado 27/11/2024 18:10

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Imagem colorida mostra o governador Tarcísio de Freitas falando com um microfone na mão - Metrópoles Sérgio Barzaghi/Governo do Estado de SP

São Paulo — O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou que a prisão do capitão Diogo Costa Cangerana, ex-integrante da equipe de segurança do Palácio dos Bandeirantes e atualmente lotado no 13º Batalhão da Polícia Militar (PM), foi um caso pontual.

O agente da PM foi detido nessa terça-feira (26/11) em uma operação da Polícia Federal que investiga fintechs ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

Em entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira (27/11), após participar da inauguração do novo prédio da Escola Estadual Professor Geraldo Sorg, em Mogi Guaçu, no interior de São Paulo, Tarcísio classificou o caso como um ato isolado

“Não podemos falar da polícia dessa maneira. A polícia é boa, é séria, é profissional, presta um relevante serviço por mim, por você, pela nossa sociedade. Obviamente, em toda instituição, infelizmente, a gente tem as maçãs podres, e essas maçãs podres nós vamos tirar do cesto. Nós vamos punir severamente”.

O governador reiterou que não existe nenhum envolvimento da Polícia Militar com o PCC e prometeu uma punição rigorosa ao agente: “Não podemos falar da polícia dessa maneira. A polícia é boa, séria, profissional, presta um relevante serviço por mim, por você, pela nossa sociedade e, obviamente, em toda instituição, infelizmente, a gente tem as maçãs podres, e essas maçãs podres nós vamos tirar do cesto, punir severamente”.

Tarcísio negou que Diogo Costa Cangerana tenha exercido função de chefe de segurança do governador, apesar de a própria administração estadual ter afirmado que ele ocupava o cargo de “Chefe de Equipe da Divisão de Segurança de Dignitários do Departamento de Segurança Institucional”.

“Ele prestava serviço na Casa Militar, estava lá há 14 anos e foi mandado embora. Trabalhou durante 14 anos, com vários governadores. Quando eu cheguei, ele foi embora. Nós tiramos ele em setembro deste ano. Se a gente soubesse de alguma coisa, obviamente ele teria saído há muito mais tempo”.

Tarcísio de Freitas também foi questionado sobre o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por envolvimento em um plano de golpe de estado, porém, ele não quis comentar o assunto e encerrou a entrevista coletiva.

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