PMDF vai investigar major fardada que pediu Pix para presos do 8/1

Major Cristiane Caldeira, que faz parte da Corregedoria da PM, aparece em vídeo de divulgação de vaquinha para policiais presos por 8/1

atualizado 11/10/2023 12:50

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Major da PM de farda em frame de vídeo, ao lado de homem de camisa social Reprodução

Após a major Cristiane Caldeira, que trabalha na Corregedoria da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), aparecer em um vídeo de divulgação de uma vaquinha voltada aos parentes dos sete oficiais detidos e investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) pelo 8 de Janeiro, com a farda oficial, a corporação esclareceu que o uso do fardamento é proibido em situações que não correspondam a atividades oficiais.

Ainda segundo a PMDF, “o caso está sob análise da Corregedoria e a conduta [da major] será devidamente avaliada”.

O vídeo faz parte de uma campanha da Associação dos Oficiais da PMDF (ASOFPMDF), que era presidida por Eduardo Naime, antes da prisão do militar. Na divulgação, Cristiane Caldeira, tesoureira da entidade, e o coronel Leonardo Moraes, atual presidente, detalham a arrecadação.

“Contamos com a sua colaboração para os nossos oficiais, que se encontram injustamente presos”, diz o coronel, ao lado de Cristiane, fardada. Leonardo ressalta que o dinheiro arrecadado é “destinado totalmente aos familiares, e não aos oficiais”. “Não será utilizado para pagar advogados ou coisa do tipo. É somente para manutenção das famílias dos oficiais, que estão com seus salários suspensos e seus bens bloqueados pelo STF”, argumenta.

 

A Associação afirma que “mães, esposas e filhos estão desamparados e com dificuldades de se manterem”. “Uma sociedade livre não prospera com bandido sendo solto, e policial, preso”, traz um texto no site da ASOFPMDF. Até a tarde da última segunda-feira (9/10), a vaquinha já contava com R$ 27.393,53, de 254 contribuintes, e aponta como meta arrecadar R$ 500 mil.

Major é da Corregedoria

Cristiane Caldeira, que aparece fardada no vídeo de divulgação da vaquinha, é lotada na Corregedoria da PMDF, onde analisa denúncias de possíveis ilegalidades e imoralidades de militares. Em junho, ela chegou a assumir, temporariamente, o cargo de presidente do Conselho de Disciplina, nas férias de outro policial.

Questionada sobre a conduta da major, a PMDF disse que “o caso está sob análise da Corregedoria”. “A Polícia Militar do Distrito Federal esclarece que a Oficial é lotada no Departamento de Controle e Correição da Corporação e que o uso do fardamento é proibido em situações que não correspondam a atividades oficiais da PMDF.”

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