Sem acordo, GDF adia edital para venda de lotes do Ville de Montagne

Inicialmente, estava previsto que o edital sairia na sexta-feira (30/6). Moradores querem desconto de 25% para pagamento à vista

atualizado 29/06/2017 19:13

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Rafaela Felicciano/Metrópoles

Moradores e Governo do Distrito Federal (GDF) ainda não chegaram a um acordo sobre os preços que serão cobrados pelos lotes do condomínio Ville de Montagne, no Lago Sul. Assim, o edital com os valores que seria publicado nesta sexta-feira (30/6) não tem mais data para sair.

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A informação foi confirmada pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), na manhã desta quinta-feira (29). Com isso, a venda direta de lotes e a regularização fundiária vão atrasar. Nova reunião entre os condôminos e o GDF está prevista para segunda-feira (3/7). Também na próxima semana, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) deverá receber a associação de moradores.

A Terracap estipulou média de R$ 205 mil por lote no condomínio para pagamentos a prazo e R$ 175 mil à vista. Os moradores, entretanto, estão dispostos a pagar, no máximo, R$ 150 mil. Eles vão mais além e pedem o desconto de 25%, caso não haja parcelamento. Neste caso, o valor baixa para R$ 117mil.

Durante evento de lançamento que dá início à regularização de Vicente Pires, Rollemberg sinalizou que pode ampliar o desconto. “Não é possível regularizar os condomínios sem cobrança financeira, mas vamos tentar chegar a um valor que seja possível pagar e que tenha segurança jurídica, sem contestação dos órgãos de controle”, afirmou nesta quinta (29).

Hoje, o Ville de Montagne abriga cerca de 4 mil pessoas em 950 lotes. Aproximadamente 40% têm mais de um imóvel. Nesta primeira etapa da regularização, os moradores do Trecho 1 do Setor Residencial São Bartolomeu são os primeiros a serem contemplados. A área compreende o condomínio e parte da Quadra 3 do Solar de Brasília, no Jardim Botânico.

Pelas regras atuais, os moradores têm três opções de pagamento. Quem pagar à vista terá 15% de desconto. Parcelado, o valor pode ser pago em até 240 meses. Para os moradores que têm mais de uma propriedade no Distrito Federal, está sendo estudada uma forma para que eles não sejam prejudicados.

As unidades de uso misto, comercial ou industrial, além das desocupadas, entrarão em uma próxima fase de regularização. Somente pessoas físicas podem participar da venda direta, e apenas um lote por indivíduo. A retomada de venda direta em condomínios irregulares foi regulamentada pelo decreto assinado pelo governador em 4 de maio. Pelo menos 40 mil famílias devem ser beneficiadas com a medida.

 

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