Covid: manifestação com cortejo fúnebre no DF lembra 300 mil mortos

Com rosas brancas nas mãos, grupo segurava caixão com o mapa do Brasil, simbolizando todos os atingidos pelo coronavírus no país

atualizado 25/03/2021 11:45

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Cortejo fúnebre organizado pelo Conselho de Saúde do DF em protesto pelas mais de 300 mil mortes por Covid-19 no Brasil Arthur Menescal/Especial Metrópoles

O Conselho Nacional de Saúde (CNS) junto com o Conselho de Saúde do DF,  Sindicato dos Enfermeiros e o Sindicato dos Odontologistas fizeram cortejo fúnebre nesta quinta-feira (25/3), na Praça dos Três Poderes, em homenagem aos 300 mil mortos pela Covid-19 no Brasil.

A presidente do Conselho de Saúde do DF, Jeovânia Rodrigues, ressaltou que o ato não tinha o propósito de formar aglomerações, mas que o pequeno grupo se reuniu em nome de todo o Brasil. “Essas 300 mil pessoas não são números. Passamos uma mensagem de luto com esperança de mudança na condução da pandemia”, disse.

O grupo estava com rosas brancas nas mãos e segurava um caixão com o mapa do Brasil, simbolizando todos os atingidos pelo coronavírus no país.

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Não houve aglomeração na manifestação
Profissionais lamentam mortes
Manifestantes levaram flores
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Brasil chegou a 300 mil mortos nesta quarta-feira

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Profissionais lamentam mortes

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Manifestantes levaram flores

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Em nota, o Conselho Nacional de Saúde do DF lembrou que o governo deve pagar pelos crimes que cometeu: “Precisamos que esse cenário de tristezas seja revertido em força e indignação para cobrarmos das autoridades políticas e dos nosso gestores públicos uma real mudança”.

Segundo o Sindicato dos Enfermeiros, o ato buscou representar o luto dos brasileiros pelas mortes e a luta pela vida. “Foi pesado emocionalmente. Estamos tristes e não podemos perder a empatia”, enfatizou Dayse Amarílio, presidente da entidade.

Nesta quarta (24), pouco mais de um ano após a primeira morte por Covid-19 no Brasil, o país alcançou a triste marca de 300.675 óbitos pela doença. Impulsionado pelos 1.999 brasileiros que perderam a batalha para o Sars-CoV-2, o número fez com que a média móvel chegasse a 2.271 – um acréscimo de 33,4%, em comparação com o verificado há 14 dias.

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