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39,5% dos brasileiros desejam viver fetiches com garotas de programa

Uma pesquisa revelou que boa parte dos brasileiros contrataria garotas de programa para realizar seus fetiches

atualizado 19/01/2024 19:30

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Foto colorida de um homem semi nu deitado em uma cama com uma mulher de salto alto em pé pisando nele - metrópoles Foto: B2M Productions/Getty Images

Os fetiches fazem parte do imaginário erótico de muitas pessoas, mas boa parte delas acaba não os realizando por falta de coragem de sugerir à parceria, por exemplo. Para resolver esse problema, há quem contrataria uma garota de programa, a fim de por em prática esses fetiches.

De acordo com um levantamento feito pelo site de acompanhantes Fatal Model com 164 mil respondentes, 39,5% dos brasileiros têm interesse em contratar uma profissional do sexo para finalmente experimentar novos hábitos na hora H.

Segundo a pesquisa, sexo anal é o que mais desperta interesse, com 35%; seguido por sexo oral (32%), menage à tróis (32%); beijo grego (28%); chuva dourada (16%); inversão (15%) e voyeurismo (8%). Era possível selecionar mais de uma opção na pesquisa.

“É importante ressaltar que o acompanhante é um profissional experiente em sexo e relacionamentos. Somos contratadas por pessoas solteiras, mas muitas vezes também por casadas, que querem ter a oportunidade de vivenciar curiosidades sexuais”, afirma a acompanhante e diretora de comunicação do site, Nina Sag.
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Kink é o nome dado ao sexo que foge do que é considerado "normal" pela sociedade
Os fetiches podem variar dos mais leves aos mais extremos
Fetiches podem ser práticas sexuais normais, desde que praticadas com consentimento e segurança, sem causar sofrimento a ninguém
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No repertório sexual das pessoas mundo afora, existem os mais variados fetiches

Howard Kingsnorth/Getty Images
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Kink é o nome dado ao sexo que foge do que é considerado "normal" pela sociedade

David Sacks/Getty Images
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Os fetiches podem variar dos mais leves aos mais extremos

Turbo/Getty Images
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Fetiches podem ser práticas sexuais normais, desde que praticadas com consentimento e segurança, sem causar sofrimento a ninguém

Navee Sangvitoon/Getty Images

Para quem prefere não contratar profissionais, a terapeuta sexual Tâmara Dias explica que por meio do diálogo com a parceria é possível expressar todas as questões que envolvem o prazer. “Por isso, quanto mais assertiva, sincera e respeitosa for a comunicação, mais prazer você é capaz de sentir e proporcionar”, explica.

A maior dica é se colocar no lugar do outro e imaginar de que forma você gostaria que abordassem o assunto com você na situação contrária. Além disso, criar um ambiente agradável e intimista é sempre bem-vindo.

“Lembrando que não só as palavras que você escolheu comunicam, mas também o tom da voz, a expressão do corpo, os olhos, tudo isso também estará transmitindo algo”, indica.

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