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Carro da senadora Leila Barros vai a leilão para pagar dívida com PSB

A 22ª Vara Cível de Brasília determinou a venda da Chevrolet Tracker, com lance inicial de R$ 70,3 mil, para quitar parte da dívida com PSB

atualizado 22/01/2024 6:33

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Mulher loira com blusa preta e blazer roxo falando em microfone Rafaela Felicciano/Metrópoles

O carro da senadora Leila Barros (PDT-DF) vai a leilão para pagar uma dívida com o PSB, após penhora determinada pela 22ª Vara Cível de Brasília.

Os lances para a Chevrolet Tracker, modelo 2016, com 92.733 quilômetros rodados podem ser feitos até às 14h10 do dia 5 de março de 2024. O edital do leilão foi publicado nessa quinta-feira (18/1).

O lance inicial é de R$ 70,3 mil. Caso não haja interesse, será aberto o 2º leilão, pela metade do preço: R$ 35,2 mil.

A 22ª Vara Cível de Brasília determinou a venda do veículo para quitar parte do valor cobrado pelo PSB. A dívida atualizada está em R$ 185,4 mil.

O Estatuto do PSB prevê que os parlamentares devem repassar 10% do rendimento bruto ao partido. O partido alegou que a senadora não pagou R$ 3.376,30 por mês, entre março de 2019 e junho de 2021, o que levou a uma dívida de R$ 102,4 mil.

Em agosto de 2021, Leila deixou o PSB e ingressou no Cidadania. Em março de 2022, a senadora se filiou ao PDT. Atualmente, ela exerce a função de presidente do Diretório Regional do PDT no Distrito Federal.

Em nota, a senadora Leila disse que o processo do PSB é “uma perseguição mesquinha e inoportuna, que serve apenas para fragmentar e não para unir”. Veja a nota na íntegra:

É preciso revisar o sistema partidário brasileiro, de forma a garantir que aqueles que desejem entrar na política, para contribuir verdadeiramente em favor das pessoas, não sejam prejudicados por uma ou outra decisão arbitrária de grupos políticos.

O PSB não pode ser medido pelas figuras de seus dirigentes. Eles passam, as bandeiras ficam. Eu sei muito bem fazer a separação.

O que está acontecendo – o processo movido para uma cobrança que já foi abolida segundo decisão do Ministro Alexandre de Moraes, em 2022, em que diz que os partidos não podem mais impor contribuição obrigatória aos seus filiados – nada mais é do que um ato de perseguição política, o que lamento muito pela bonita história que construímos lá, junto com os militantes do partido.

Considero essa perseguição mesquinha e inoportuna, que serve apenas para fragmentar e não para unir. Essa ação contra mim, é colocar os interesses pessoais acima do interesse partidário, que deveria estar bem mais focado na cobrança cotidiana de melhor qualidade de vida para cidadãos, na implementação de políticas de combate a desigualdade social, na destinação correta dos recursos públicos.

Vamos recorrer em todas as instâncias para que justiça realmente seja feita.

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