STF prorroga inquérito sobre ofensas a Moraes, mas não libera imagens

Ministro Alexandre de Moraes e familiares foram abordados, em julho, no Aeroporto de Roma. Inquérito no STF investiga ofensas e agressões

atualizado 04/10/2023 20:42

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Nas imagens coloridas, Andreia Munarão, Alexandre Zanatta e o empresário Roberto Mantovani Filho - Metrópoles Reprodução

A investigação da Polícia Federal sobre possíveis agressões e ofensas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na Itália foi prorrogada a fim de dar mais tempo aos peritos para fazer a análise dos vídeos enviados por autoridades daquele país. A decisão é do ministro Dias Toffoli, também do STF e relator do inquérito sobre o caso na Corte.

O episódio ocorreu em julho deste ano, no Aeroporto de Roma, quando Moraes e familiares teriam sido abordados e ofendidos por brasileiros. O filho do magistrado teria sido agredido com um tapa.

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Empresário Roberto Mantovani chega para depor na PF em Piracicaba (SP)
Andréia Munarão, Alexandre Zanatta e o empresário Roberto Mantovani Filho são apontados como os possíveis agressores do ministro Alexandre de Moraes
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O empresário Roberto Mantovani, suspeito de agredir Moraes

Reprodução
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Empresário Roberto Mantovani chega para depor na PF em Piracicaba (SP)

Sam Pancher/Metrópoles
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Andréia Munarão, Alexandre Zanatta e o empresário Roberto Mantovani Filho são apontados como os possíveis agressores do ministro Alexandre de Moraes

Reprodução

Toffoli também retirou o sigilo dos autos, mas manteve a reserva das imagens de câmeras de segurança do aeroporto, que foram enviadas pela Justiça italiana. O ministro alegou que a divulgação de imagens de pessoas suspeitas “é fundamental na persecução penal apenas quando o autor do delito ainda não tenha sido identificado ou esteja foragido, o que não ocorre no caso”.

Na decisão, proferida nesta quarta-feira (4/10), Toffoli atendeu pedido da PF para ampliar o prazo da conclusão das investigações.

Os investigados no inquérito são Roberto Mantovani Filho, Andreia Munarão e Alex Zanata Bignotto, que negam ter agredido Moraes e a família do magistrado.

No momento em que teria sido agredido, Moraes estava na Itália e voltava de uma palestra ministrada na Universidade de Siena.

Segundo a versão de Moraes, o filho dele teria sido agredido fisicamente, e o grupo de brasileiros o teria chamado de “bandido, comunista e comprado”. Os investigados negam a agressão física.

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