“Não sou contra aborto”, diz juíza do caso da menina estuprada em SC

Em entrevista exclusiva ao Diário Catarinense, magistrada defendeu decisão, comentou a transferência e disse estar recebendo ameaças

atualizado 21/06/2022 17:15

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Tribunal de Justiça de Santa Catarina/Divulgação

Em entrevista exclusiva ao Diário Catarinense, nesta terça-feira (21/6), a juíza Joana Ribeiro defendeu sua decisão que impediu uma menina de 11 anos de realizar aborto em Santa Catarina – a criança engravidou após ser estuprada. Em despacho, ela afirmou que o encaminhamento da menina ao abrigo tinha como objetivo protegê-la do procedimento e de possíveis novas agressões.

“Mas isso não quer dizer que eu sou contra o aborto, só que o aborto passou do prazo”, explicou a juíza, que atua desde 2004 na área da Infância e Juventude, passando por comarcas de Navegantes e Itajaí, municípios de Santa Catarina.

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