Edgard Telles é eleito à cadeira 27 da Academia Brasileira de Letras

Edgard Telles Ribeiro ocupará a cadeira que pertencia ao poeta Antonio Cícero, morto em outubro deste ano. Ele teve 28 de 39 votos possíveis

atualizado 12/12/2024 0:40

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Imagem colorida mostra Merval Pereira cumprimentando Edgar Telles, eleito para ABL ABL

O embaixador, professor e escritor Edgard Telles Ribeiro foi eleito nesta quarta-feira (11/12) para a Cadeira 27 da Academia Brasileira de Letras (ABL). A vaga pertencia ao poeta Antonio Cicero, morto em outubro passado. O novo imortal foi escolhido por 28 votos de 39 possíveis. Tom Farias recebeu 6 votos.

Na disputa da vaga, estavam inscritos: Lucas Pereira da Silva, Tom Farias (Uelinton Farias Alves), José Efigênio Eloi Moura, Eduardo Luiz Baccarin-Costa, Ruy da Penha Lôbo, João Calazans Filho, Martinho Ramalho de Melo, Alda Nilma de Miranda, Chislene de Carvalho J. M. Monteirás, Remilson Soares Candeia. Antes de Antonio Cicero, a Cadeira 27 foi ocupada por Maciel Monteiro, Joaquim Nabuco, Dantas Barreto, Gregório da Fonseca, Levi Carneiro, Otávio de Faria e Eduardo Portela.

Quem é

Edgard Telles tem 80 anos nasceu em Valparaíso, no Chile. Naturalizado brasileiro, é radicado no Rio de Janeiro, cidade onde passou a maior parte da vida e onde mora atualmente.

Escritor e embaixador aposentado, Edgard iniciou sua carreira como crítico de cinema no Rio de Janeiro, onde escreveu para os suplementos literários de “O Correio da manhã e O Jornal. Estudou cinema na Universidade da California (UCLA). Em 1930, um de seus filmes (Vietnam, viagem no tempo) foi exibido na Quinzena de Realizadores do Festival de Cannes. Entre 1978 e 1982 foi professor de cinema na Universidade de Brasília (UNB).

É autor de 15 livros, entre romances e contos. Seu romance mais recente, “Jogo de armar”, é de abril de 2023. O romance “Olho de rei” recebeu o prêmio da ABL para melhor obra de ficção de 2006. “O punho e a renda”, sobre a ditadura de 1964-85, conquistou o prêmio de melhor romance do Pen Clube, em 2015.

Outros livros foram finalistas do prêmio Jabuti. Tem obras publicadas nos Estados Unidos, Argentina e em diversos países europeus, entre elas “O criado mudo”, “O punho e a renda”, “O impostor”, “Lavras azuis da Amazonia”. Ingressou no Instituto Rio Branco em 1966. Como diplomata, serviu nos Estados Unidos, Equador, Guatemala, Nova Zelândia, Malásia e Tailândia (nos três últimos como Embaixador). Em Brasília, trabalhou na área cultural do Ministério das Relações exteriores, cujo departamento chefiou entre 2002 e 2005. É autor da tese acadêmica “Diplomacia cultural, seu papel na política externa brasileira”.

Com informações da Academia Brasileira de Letras.

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